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«(...) Anda lá, desembucha, palerma... senão levas outra! Foi a rabuja do sargento, já de mão no ar, perante a estupefacção do bispo, e doacólito. Sancho pigarreou... como se a espinha de um peixe do mar, que nunca vira, e o mais certo seria, jamais lhe pôr a vista em cima, sentir na sua orla, o formigueiro das areias quentes na planta dospés, receber os salpicos das ondas... talvez aqui neste relato, e porenquanto, que a vida dá muitas voltas, sabe-se lá... assentassemelhor, no engasgo do lanceiro, metáfora condicente com apersonagem... olha, carocito de azeitona... seja, faça-se a vontade ao livre arbítrio, de quem encena estas peripécias, em admiráveis ermosinteriores... na terra da paciência. (...) (...) Na terra dapaciência, hão-de outro dia, estar dedos calejados e hábeis, encanastrando a prestimosa cestaria... cúmplices, uma vida inteira, de outros, femininos, curvos e doridos... que, neste preciso instante... de aflijo e segredo, seguram firmes o caldeiro, e vão derramandodevagarinho, água fervente, na meia barrica, para tempero da que láhabita, pois sendo ela tão escassa, há que lhe dar o melhor proveito: Aonde já se viu...? ... aonde... ? ... com este bafo apertando anoite... tem a quem sair friorento, o rapaz... bom, bom... mais outrocaldeirinho igual a este, e vai ter água morninha pelas barbas... anda, vai chamá-los, e despacha-me esse fogareiro, quero tudoqueimadinho... ah... não te esqueças, traz a farpela que os moçosvestiam... aqueles camisotes... cor do vinho estragado... marchatudinho... farrapito, percevejos, pulgas e restante bicheza... nem umse salva, nem um...!. (...)»