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Júnio Graco, advogado, é um cidadão de firmes convicções republicanas, na tradição dos seus antepassados Tibério e Caio Graco, ambossacrificados nas Guerras Sociais de que resultara uma Roma diferente, agora governada por imperadores que instauram uma governaçãosanguinária e ditatorial, estendendo-se a todos os territóriosconquistados, que se alargam muito para além do Mediterrâneo (o Mare Nostrum). Enquanto Imperador, Tibério decide eliminar Júnio Gracoconvidando-o a conduzir na Palestina uma inquirição aos actosgovernativos de Pôncio Pilatos, sobretudo a crucificação de Jesus Cristo, que se apresenta aos judeus como um novo Messias, propondo uma religião diferente que pode pôr em causa o domínio romano noestratégico Mediterrâneo Oriental. O advogado aceita a missão, que seestende pela Palestina, Síria, Nabateia, Chipre e Egipto, locais ondea nova religião cristã cresce pela acção dos apóstolos. Júnio Graco eo Imperador Tibério têm diferentes visões do mundo romano e do futuro. Entre o advogado idealista e o imperador ambicioso o choque éinevitável. Quando Júnio apresenta a Tibério o relatório da suamissão, o imperador decide acusá-lo de alta traição mas Júnio, conhecedor das leis da Cidade Eterna que ainda subsistem, desafia-opara um julgamento feito pelo Senado, perante o povo romano, para oefeito convocado e reunido no Fórum.