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... neste lugar constrito e libertador, junto à clepsidra doselementos e do frio noctívago, a poesia de António Gil entrega-se aotempo como objeto maturado. Apelando a uma disponibilidadeindisputável, da pele à pele interpela o leitor este Oásis, envolvendo-o, levando-nos, através de diversa mas constante monotonialírica (esta força patética é essência da poesia, lembre-se), paralonges desolados e solitários.ö Martim de Gouveia e Sousa;-; http://static. arnoia. com/imagenes_small/9789898/978989851484. jpg; 4,00; Livro de Inverno e Transicções; DUARTE AZEVEDO, FRANCISCO; PORTUGUES;978-989-85;2U10040010; EDIÇOES ESGOTADAS;9,81;25,0; 7,07;3;/LITERATURA - POESIA; VERSUS; OTRO FORMATO LIBRO;;9789898514820;; 2014;; 1,00;-; Livro de Inverno e Transições é o segundo andamento de uma trilogiapoética que Francisco Duarte Azevedo iniciou em As Habitações Interrompidas, este publicado em 2012, também pela Edições Esgotadas. Produzido em 2005 entre Summit, Newark, New York, Lisboa e Springfield, o presente livro transporta um silêncio ramificado poraqueles espaços, outrossim por caminhos interiores do ser humano. Propõe-se uma «sinfonia escrita na partitura do tempo» regida por umsujeito poético que cumpre uma viagem de auto-conhecimento, reconhecimento e de construção da identidade.;-; http://static. arnoia. com/imagenes_small/9789898/978989851482. jpg; 4,00; Fly; PESSOA, JOAQUIM; PORTUGUES;978-989-85;2U10040009; EDIÇOES ESGOTADAS;14,72;25,0; 10,61;3;/LITERATURA - POESIA; VERSUS; OTRO FORMATO LIBRO;;9789898514752;; 2013;; 1,00;-; O texto de Fly é percorrido por fios, linhas de água, braços de vento, rastos cósmicos num movimento incessante a dar unidade às suas trêspartes: o reconhecimento do rumor da voz, o trabalho da inspiração ?«fêmea tecedeira, branca» -sobre a memória, e a passagem detestemunho. Fly é uma asa afiada que, como lâmina, corta o ar, submerge, transforma, reformula, muda, recupera o tempo da memória,«poro a poro» num «trabalho forçado do pensamento». (...) No «objectolongo da memória», que é Fly, há um homem no umbral lutando com o«vazio atordoado» das mãos, portanto, um homem que transforma as mãos: o umbral a transpor simboliza a saída para a realização poética, para a luz, por sua vez, o vazio é um espaço de liberdade. Estão reunidas, pois, as condições para a fabricação do fogo, da palavra sanguínea«como escuro animal, das últimas sombras de um jardim interior.». Para nascer, o homem tem de romper o invólucro escuro, o «ovo de cansaço»onde se encontra, dobrado sobre si mesmo, ideia plasmada na primeirailustração do interior, de arte maior.;-; http://static. arnoia. com/imagenes_small/9789898/978989851475. jpg; 4,00; A Cidade dos Sete Mares; EUSTAQUIO, VICTOR; PORTUGUES;978-989-85;2U10040008; EDIÇOES ESGOTADAS;14,72;25,0; 10,61;10;/NARRATIVA - NARRATIVA; VERSUS; OTRO FORMATO LIBRO;;9789898514738;; 2014;; 1,00;-; É a história de um crime. De vários crimes. De transgressões epecados, de disfarces e segredos, de homens e mulheres que semaltratam na luta desesperada para fugirem de si próprios. É também ahistória de uma tumultuosa busca de sentidos para a identidadelusófona num mundo em convulsão no novo milénio. De uma viagempremonitória pela Europa em Setembro de 2001 à errância pelo planetanos anos seguintes - do Brasil à Argentina, de África à India - onarrador convoca a tragédia existencial de Tiago Penha para observaras tragédias dos outros, uma galeria de figuras solitárias cominstintos homicidas e punitivos, instauradores de uma ordem moralpatológica. Uma narrativa demencial e escatológica espoletada por umsinistro caso de amor.;-; http://static. arnoia. com/imagenes_small/9789898/978989851473. jpg; 4,00; Ano Comum - 2ª edição; PESSOA, JOAQUIM; PORTUGUES;978-989-85;2U10040007; EDIÇOES ESGOTADAS;14,72;25,0; 10,61;2;/LITERATURA - POESIA; VERSUS; OTRO FORMATO LIBRO;;9789898514714;; 2013;; 1,00;-; Sobre a obra, Teresa Sá Couto, no Posfácio, afirma: Em Joaquim Pessoa, «tudo é matéria da poesia», porque as palavras dos poetasjuntam-se a outras palavras para procurarem um caminho, e porque «oazul tem sempre a cor que nós quisermos.». Todavia, na obra do autor, há aqueloutro Tudo unificador, onde se reúnem todas as outras coisas: o Amor, «sempre o amor, sempre o soluçante líquido da vida», naformulação de Walt Whitman, o amor cujo mel «tem o esforço da abelha», e que, ávido, pede para ser construído todos os dias ou dito assim em Ano Comum: «Tenho sede quando te beijo. Quando não te beijo tenhosede.».