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Como pequenino ponto de partida há uma afiguração real daquilo quesomos, dos nossos sonhos enquanto crianças. Também neste romance acriança é o vínculo, o ponto de partida, a negação à resignação, adébil criatura empoleirada no carrossel de nome "vida", vida que giraà sua volta, no seu pequenino mundo de cor. Mas o cavalo de madeiraque supostamente a iria levar atrás dos seus sonhos entra em galope, perde-se num carril, enferrujado, torto e ruim, obrigando aodescarrilamento. O homem cai arrastado pelos destroços dessedescarrilamento, levanta-se e com recuos e avanços tem a árdua tarefade retirar o entulho de gente nociva e recolocar o dito carrossel agirar só com pessoas bonitas. Será que o vai conseguir?